A música pop, em sua manifestação mais elevada, nunca foi apenas sobre som, é sobre a construção de um imaginário. Em sua mais recente performance, Anitta materializou essa premissa ao escolher o tarô como ponto de partida para o seu figurino.
Mais do que uma simples fantasia, a escolha revela uma curadoria estética que dialoga com o lúdico e o simbólico. Ao incorporar elementos das cartas de tarô ao seu figurino de palco, a cantora reforça seu papel não apenas como artista, mas como uma figura central na cultura visual contemporânea. É uma aposta certeira: o misticismo e a moda sempre caminharam lado a lado, e Anitta, com sua habitual perspicácia, transforma o show em um editorial vivo.





