Das passarelas improvisadas nos túneis dos estádios às campanhas das maiores grifes de luxo do planeta, a Copa de 2026 consagra o futebol como o novo epicentro da moda mundial.
O apito inicial da Copa do Mundo de 2026 não apenas deu largada à maior competição esportiva da Terra, mas também inaugurou a temporada de desfiles mais disputada do ano. Há muito tempo o futebol deixou de ser restrito às quatro linhas, e hoje a chegada dos jogadores aos estádios — o famoso tunnel walk — é assistida com a mesma atenção dedicada aos minutos de aquecimento.
Marcas de alta costura, joalherias icônicas e capas de revistas de moda agora disputam os atletas, que usam a sua imagem como uma forma de expressão artística autêntica e cheia de personalidade. Abaixo, analisamos os três grandes nomes que estão ditando o ritmo do estilo neste Mundial:
Jules Koundé: O rei do experimentalismo vanguardista
Se existe um jogador que trata o túnel dos estádios como uma passarela de alta costura na Europa, esse alguém é o zagueiro francês Jules Koundé. Conhecido por seu guarda-roupa destemido, Koundé dispensa o óbvio e mergulha em silhuetas agênero, alfaiataria oversized, óculos escuros de design futurista e joias marcantes.
Seu impacto na moda é tão consolidado que ele já estrelou campanhas para grifes icônicas como Jacquemus, colaborou com a linha inovadora SR_A Engineered da Zara (assinada por Samuel Ross) e, mais recentemente, foi anunciado como o rosto da sofisticada campanha de verão de alta joalheria da francesa Messika. Para Koundé, a moda não é sobre seguir regras ou tendências passageiras, mas sobre criar um manifesto visual de pura confiança.
Jude Bellingham: A perfeita tradução do “Quiet Luxury”
Em contrapartida à ousadia de Koundé, o meio-campista inglês Jude Bellingham domina a arte da elegância discreta e sem esforço. Sendo o queridinho absoluto do mercado de luxo, o craque do Real Madrid é oficialmente “Amigo da Casa” da Louis Vuitton, estrelando as prestigiadas campanhas masculinas de pre-collection desenhadas por Pharrell Williams.
O estilo pessoal de Bellingham exala sofisticação refinada: ele aposta em tons terrosos, alfaiataria sob medida impecável, tricôs texturizados de alta qualidade e acessórios de couro discretos. Além disso, sua colaboração contínua com a Adidas Originals mostra que ele consegue transitar perfeitamente entre o esporte de rua e o luxo tradicional sem jamais parecer forçado. É a personificação do cavalheiro contemporâneo.
Endrick: O charme do clássico vintage e autêntico
Aos 19 anos, o atacante brasileiro Endrick vem provando que a sua maturidade em campo também se reflete em suas escolhas estéticas. Desde sua icônica chegada à Granja Comary vestindo peças com forte inspiração vintage dos anos 1970 e 1980 — escolha feita por ele próprio, sem o auxílio de um stylist —, o jovem atleta mostrou que prefere a sofisticação de cortes clássicos e roupas de caimento polido.
Endrick equilibra perfeitamente o guarda-roupa formal de alta costura com a descontração de sua geração. Fiel a peças que priorizam o conforto e a elegância atemporal, ele é um dos nomes mais promissores da moda nacional por um motivo muito simples: a sua autenticidade.
A palavra está com você:
Cada um desses craques traz uma bagagem de estilo completamente diferente para o Mundial de 2026. De um lado, a vanguarda destemida de Koundé; do outro, o minimalismo luxuoso de Bellingham ou a alfaiataria clássica de Endrick.
Quem entregou o look mais marcante e estiloso da temporada?





