Daniel Roseberry cruza a linha entre o industrial e o orgânico em um desfile histórico que transforma a moda em uma galeria de arte viva.
A nova coleção da maison Schiaparelli parou Paris ao propor um diálogo fascinante e ousado na passarela: o brilho estrito do látex e a maleabilidade do silicone dividiram espaço com a delicadeza efêmera de bordados feitos com flores naturais.
O diretor criativo Daniel Roseberry elevou o drama ao extremo, esculpindo silhuetas estruturadas que desafiam a gravidade. O resultado é o contraste perfeito entre a rigidez fetichista dos materiais industriais e a poesia efêmera da natureza.
Galeria de Detalhes
Deslize para ver de perto os elementos que já entraram para a história da temporada:
O espartilho moldado: Silhuetas anatômicas de silicone que recriam as curvas do corpo com precisão escultural.
O contraste das texturas: O brilho ultra-reflexivo do látex contraposto à delicadeza tátil das pétalas reais.
A alta-costura viva: Bordados tridimensionais que desafiam o tempo e celebram a beleza orgânica na passarela.
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